Veneza em boa companhia

«Let me reiterate: Water equals time and provides beauty with its double. Part water, we serve beauty in the same fashion. By rubbing water, this city improves time’s looks, beautifies the future. That’s what the role of this city in the universe is. Because the city is static while we are moving. The tear is proof of that. Because we are headed for the future, while beauty is the eternal present. The tear is an attempt to remain, to stay behind, to merge with the city. But that’s against the rules. The tear is a throwback, a tribute of the future to the past. Or else it is the result of subtracting the greater from the lesser: beauty from man. The same goes for love, because one’s love, too, is greater than oneself.»

Joseph Brodsky (1992). Watermark. New York: Farrar, Straus and Giroux: 134-5.

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Bolo de cominhos à moda de Bilbo Baggins

« -Entre e tome uma chávena de chá! – conseguiu dizer, depois de respirar fundo.

– Uma cervejinha caía-me melhor, se não se importa, meu bom senhor – disse Balin da barba branca. – Mas não digo que não a um pouco de bolo… bolo de cominhos, se tiver.

– Tenho muitos! – deu consigo a responder, para sua surpresa, e depois deu consigo a correr para a adega, a fim de encher uma caneca de cerveja, e em seguida para uma despensa, onde foi buscar dois belos e redondos bolos de cominhos que fizera naquela tarde para petiscar depois do jantar.»

Tolkien, JRR (1937, 2001). O Hobbit. Publicações Europa-América: 18.

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